30 May

History Channel in Spain and Portugal

A Minority Report will be broadcasted on June 10th and 11th by History Channel in Spain and in Portugal.

Spain: June 10th, 22.00, June 11th, 6.00 and 14.00.

Portugal: June 10th, 21.00, June 11th, 5.00 and 13.00.
 

Synopsis in Spanish and Portuguese:

Kosovo, el camino hacia la paz

En junio de 1999, tras el final de la campaña militar de la OTAN contra Yugoslavia se estableció la Misión de las Naciones Unidas en Kosovo. Se trataba de una operación de construcción de la paz siempre basada en la idea de que el territorio fuera administrado por las Naciones Unidas tras el conflicto, pero también intervinieron la OSCE, la Unión Europea o la OTAN. La Misión entró en Kosovo bajo la consigna de defensa de los derechos humanos, pero durante los primeros tres meses, no logró organizar ninguna fuerza policial efectiva. En ese vacío, el espíritu de revancha de una parte de la mayoría albano-kosovar quedó sin control y más de 240.000 miembros de las minorías, en su mayor parte serbios, gitanos y goranis, fueron obligados a abandonar Kosovo. Sus hogares y propiedades fueron destruidos, vendidos ilegalmente u ocupados. Los cementerios y los lugares de culto fueron convertidos en ruinas y se borraron todas sus huellas. Cientos de los que se quedaron fueron asesinados, secuestrados o perseguidos de forma brutal por no pertenecer a la comunidad mayoritaria. Según el ACNUR, sólo unos 15.000 desplazados volvieron a Kosovo hasta 2007. Los que han vuelto, a menudo han encontrado sus propiedades destruidas u ocupadas. Viven en guetos, dispersos por todo Kosovo, a menudo sin acceso a los servicios básicos. Las amenazas, el acoso y el aislamiento forman parte de su vida diaria. En este espacio se cuenta la historia de algunos de los que han tratado de volver y se presentan los puntos de vista de los funcionarios internacionales que gobernaron la provincia durante siete años.

Kosovo, o caminho para a paz

Em Junho de 1999, após o final da campanha militar da NATO contra a Jugoslávia que durou três meses, foi estabelecida a Missão das Nações Unidas no Kosovo. Tratava-se de uma operação de construção da paz sempre baseada na ideia de que o território fora administrado pelas Nações Unidas após o conflito, mas também intervieram a OSCE, a União Europeia ou a NATO. A Missão entrou no Kosovo sob a consignação dos direitos humanos, mas durante os primeiros três meses, não conseguiu organizar uma força policial efectiva. Nesse vazio, o espírito de vingança de uma parte da maioria albano-kosovar descontrolou-se e mais de 240.000 membros das minorias, na sua maior parte sérvios, ciganos e goranis, foram obrigados a abandonar o Kosovo. Os seus lares e propriedades foram destruídos, vendidos ilegalmente ou ocupados. Os cemitérios e os lugares de culto foram transformados em ruínas e todas as suas ruas se desvaneceram. Centenas dos que ficaram foram assassinados, sequestrados ou perseguidos de forma brutal por não pertencerem à comunidade maioritária. Segundo o ACNUR, apenas aproximadamente 15 mil deslocados regressaram ao Kosovo até 2007. Os que voltaram, encontraram frequentemente as suas propriedades destruídas ou ocupadas. Vivem em guetos, dispersos por toda a região do Kosovo, frequentemente sem acesso aos serviços básicos. As ameaças, o assédio e o isolamento fazem parte da sua vida quotidiana. Neste espaço conta-se a história de alguns dos que resolveram voltar e apresentam-se os pontos de vista dos funcionários internacionais que governarão a província durante sete anos.

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